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Como subir o seu video para o YouTube

postado por Concurso CNN em 26 de maio de 2009

Algumas pessoas têm tido dúvidas sobre como subir um vídeo para o YouTube. Entramos na área de ajuda do YouTube e pegamos um passo a passo, adaptamos para as regras do Concurso Universitário de Jornalismo CNN e ilustramos com umas imagens para deixar ainda mais claro para todo mundo.

Primeiros passos: Como enviar vídeos
Quando concluir a edição de seu vídeo, verifique se ele tem até 2 minutos, é menor que 1 GB e se está em um formato aceito para, então, enviá-lo.

O passo a passo logo depois do jump.

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Entrevista com Jurado: Tiago Dória

postado por Concurso CNN em 21 de maio de 2009

Entrevistamos o jurado da comissão de triagem do Concurso Universitário de Jornalismo CNN, Tiago Dória sobre a sua carreira, expectativa com as matérias do concurso e a relação entre tecnologia e desenvolvimento social.

Entrevista com jurado – Marcelo Tas

postado por Concurso CNN em 19 de maio de 2009

Entrevistamos o membro da comissão julgadora, Marcelo Tas sobre o concurso, a experiência de ser jurado na edição do ano passado, como foi seu começo de carreira e a pergunta fatídica deste ano: o que é tecnologia para você?

A tecnologia mudou o jornalista? – Jamille de Mello

postado por Concurso CNN em 12 de maio de 2009

O tema continua e, enquanto não publicamos o próximo tema aqui vai mais um texto com um ponto de vista da blogueira Jamille de Mello sobre a pergunta: “A tecnologia mudou o jornalista?”.

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Para ser um bom escritor você não precisa de tecnologia, não precisa que ela esteja presente, e muito menos ela fará falta na hora de escrever. Escrever não necessita de inovações tecnológicas, aparelhos aprimorados e infinitas coisas até então utilizadas, escrever é uma relação feita entre você e sua mente, inspiração, entre você e sua vida. Para escrever não necessitamos das máquinas e sim das ideias. Independente do que a tecnologia guarda para o jornalista, não se pode dizer que ele sobrevive apenas por sua causa, mas convenha-se que ela contribuiu para o crescimento da profissão. Expor o jornalista a ambientes públicos nunca foi tão fácil como hoje em dia. Não precisamos mais nos reunir em determinados eventos perante as praças públicas para se saber o que acontece, basta ligarmos a TV ou até mesmo o rádio, sincronizarmos e ‘pan’ parecendo até mágica lá está a realidade, a mesma ao vivo e a cores sem que você se quer saia de sua própria casa. A tecnologia não trouxe ao jornalista uma transformação total, mas sim uma contribuição melhorando a vida do mesmo com relação ao telespectador.

Tecnologia e jornalismo: como encarar essa realidade?

postado por Concurso CNN em 11 de maio de 2009

Como professora de Jornalismo Online e tendo trabalhado nos mais diversos veículos de Comunicação desde a minha formação profissional, posso garantir que a tecnologia trouxe mudanças significativas para a prática do jornalismo. E é claro que toda mudança tem seus prós e contras, como é o caso da tecnologia.

Atualmente, não é possível fazer jornalismo, seja ele em televisão, rádio, jornal, revista e internet, sem pensar que estamos o tempo todo “conectados”. A tecnologia é usada constantemente a nosso favor. Quando tentamos ligar a internet ao jornalismo, tendemos a nos deter apenas nas mudanças ocorridas no jornalismo online, quando a transformação foi muito mais profunda.

Há 15 anos, quando se trabalhava em uma redação, a busca pela informação acontecia através de fontes (pessoas), leitura de jornais e muito, muito empenho da produção. Hoje, a fonte ficou mais acessível. Qualquer pessoa pode ser encontrada sem ao menos precisar sair da redação e, melhor, sem nem ao menos precisar gastar uma única ligação.

A facilidade nesta busca da informação e do entrevistado fez com que muitos jornalistas se acomodassem. Está a caminho a geração “gabinete”. Aquela que consegue exercer todas as funções jornalísticas diante da tela de um computador. Isso faz com que a principal riqueza de um jornalista, o contato com a fonte, fique cada vez mais distante. Os novos jornalistas, que chegam anualmente ao mercado de trabalho, muitas vezes se esquecem da importância de cativar boas fontes e, assim, fazer o “melhor” jornalismo.

Por outro lado, com a tecnologia, a informação se tornou globalizada e, consequentemente, o consumidor de notícia está muito mais bem informado. É possível acompanhar uma grande mudança política, ou mesmo uma catástrofe ambiental no Japão, estando no Brasil. Isso, no exato momento em que o fato acontece. O acesso à informação diversificou as possibilidade de se fazer e pensar jornalismo.

Então, como podemos receber essas mudanças tecnológicas? De braços abertos e com precaução.

Carolina Costa Mancuzo, jornalista, mestranda em Comunicação na UEL (Universidade Estadual de Londrina), coordena do Curso de Jornalismo da Unoeste (Universidade do Oeste Paulista).

Entrevista com Jurado – Heródoto Barbeiro

postado por Concurso CNN em 6 de maio de 2009

Entrevistamos o membro da comissão julgadora, Heródoto Barbeiro sobre o concurso, a experiência de ser jurado na edição do ano passado e a pergunta fatídica deste ano: o que é tecnologia para você.

A opinião de Clara Vanali – A tecnologia mudou o jornalista?

postado por Concurso CNN em 5 de maio de 2009

Nesse domingo (3/5/2009), em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de São Paulo, Gay Talese, mestre do jornalismo literário, disse a seguinte frase quando questionado sobre as novas tecnologias: “Trabalho basicamente como há 50 anos. (…) Saio com uma caneta o tempo todo, anoto umas coisas. Quando termino a apuração, ainda uso a máquina de escrever”.
Gay Talese é o autor do perfil mais famoso da imprensa americana: Frank Sinatra está Resfriado, publicado na revista Esquire, de 1966. O jornalista é referência para qualquer profissional da área pela riqueza da sua apuração e preocupação com a fidelidade com os fatos. Ler que o escritor ainda usa máquina de escrever é estar convicto de que para ele, a tecnologia não tem lá muita importância. Mas afinal, a tecnologia mudou o jornalista?
A tecnologia definitivamente veio para auxiliar o jornalista. E talvez até por isso, gerar mais trabalho. É difícil imaginar hoje, um jornalista do tempo da web 2.0 (ou 3.0), com três matérias para fechar, preferir digitar nas barulhentas máquinas de escrever, borrando as mãos e torcendo para terminar o texto sem muitos erros. Com o computador, o profissional conseguiu elaborar os seus textos com mais facilidade e como conseqüência ter tempo de realizar mais tarefas.
A internet também veio para facilitar a vida deste profissional. No entanto é inegável dizer que ela o deixou mais preguiçoso. Suas ferramentas, como o Google, deveriam apenas somar na apuração e não substituir. Checar a informação, consultar as fontes e trabalhar com ética são princípios que não podem ser deixados de lado na era da tecnologia.
Outro ponto importante de se discutir é a do novo profissional que surgiu após o auge da tecnologia: o jornalista multimídia – aquele que escreve para um jornal, grava reportagens em vídeo, edita, posta na rede e divulga para sites e redes sociais. Afinal, é essencial que os jornalistas saibam fazer tudo isso? Quem tiver habilidade para tal, é essencial fazê-lo, já que esta é uma oportunidade de veicular a informação em diferentes formatos e disponibilizá-la para mais pessoas. Nós não temos que temer a tecnologia, ela foi incorporada a nossa profissão e o melhor a fazer, é usufruirmos ao máximo o que ela pode nos oferecer.
E quanto ao Gay Talese, citado no começo deste texto? É difícil para nós, jovens jornalistas, trabalharmos em uma máquina de escrever, mas é compreensível que Talese não acredite que as ferramentas tecnológicas influenciem na qualidade do seu trabalho. Afinal, como já dito nesse texto, a tecnologia veio para auxiliar; e não para mudar a informação. Esta, mesmo com a internet, não deixará jamais de ser apurada como sempre foi: por meio de pesquisas, conversas com fontes e muitas checagens.


Clara Vanali é jornalista e foi a vencedora do Concurso Universitário de Jornalismo CNN em 2008.