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Novo prazo para envio de trabalhos: 12/07

postado por Concurso CNN em 29 de junho de 2009

É isso mesmo.  Adiamos o prazo de envio de trabalhos para 12/07.

Agora você tem chance de enviar mais matérias ou de finalizar aquela matéria que não deu tempo de fazer por causa dos compromissos de final de semestre da faculdade.

Se você já inscreveu sua matéria e acha que pode melhorá-la, estamos fazendo alterações no cadastro para que você possa editar os dados e poder atualizar o endereço do vídeo no YouTube sem precisar inscrever uma nova matéria com o mesmo nome. Se preferir não esperar, você pode inscrever novamente a mesma matéria. Nesse caso nós iremos considerar apenas o último vídeo enviado.

Últimos dias para mandar sua matéria

postado por Concurso CNN em 26 de junho de 2009

Estamos na reta final do Concurso Universitário de Jornalismo CNN e os vídeos devem ser enviados até segunda feira, 29/06. Ou seja vocês têm esse fim de semana para fechar a matéria e publicá-la no YouTube.

Se você ainda tem alguma dúvida sobre como se inscrever, enviar o vídeo para o YouTube, aqui no blog temos a categoria Tutorial que explica tudo passo a passo.

Temos recebido várias dúvidas de última hora e estamos respondendo a todas o mais rápido possível. Se ainda não respondemos a sua dúvida, fique tranquilo que iremos responder o quan

Estamos colocando os vídeos aos poucos no site e você pode assisti-los aqui.

Tiago Dória – Tecnologias, jornalismo e humanismo devem andar juntos

postado por Concurso CNN em 19 de junho de 2009

Chamamos mais um jurado da triagem para escrever um post sobre o tema do Concurso deste ano. Dessa vez quem escreveu foi o Tiago Dória.
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Michael Dertouzos, falecido cientista do MIT, dizia que ainda persistimos num erro: separamos tecnologia e humanismo. Aliás, um dos maiores erros da humanidade já há 300 anos.

Na visão do cientista, computadores ainda são vistos como coisas frias e distantes. Um contraponto ao homem.

No entanto, as tecnologias sempre tiveram um papel chave no desenvolvimento humano. Garfos, facas, a eletricidade, tudo isso é tecnologia.

É quase impossível não associar tecnologia a desenvolvimento social. Na visão de Dertouzos, as tecnologias existem para o bem estar, tornar a vida do homem melhor, para resolver problemas, caso contrário, não existe muita razão delas existirem.

Por isso, acredito que o pensamento de Dertouzos seja um ótimo parâmetro para quem gosta de ver as tecnologias como ferramentas para o desenvolvimento social.

Mas, vamos pensar em exemplos mais recentes, a fim de ajudar a sedimentar a visão humanista desse cientista do MIT, que faleceu em 2001 e escreveu um ótimo livro chamado “A revolução inacabada”, no qual bate na tecla de que o principal objetivo da tão comentada “revolução da informação” é simplificar a vida as pessoas

Um exemplo do uso da tecnologia de comunicação móvel para potencializar o desenvolvimento social a gente vê na África, onde os celulares já são os principais meios de acesso à internet.

Já que é difícil ter acesso a computadores com acesso à banda larga na região, em razão, sobretudo, de entraves financeiros e infra-estrutura precária, programas de combate e prevenção à AIDS são todos calcados no uso do celular para espalhar informações de prevenção.

No meio desses cenários, surgem organizações importantes que são guiadas pelo uso da tecnologia no desenvolvimento social, como a organização Datadyne, que tem projetos no Chile. Ou seja, é a tecnologia a favor do bem estar.

Essa visão de Dertouzos promete ser ratificada cada vez mais hoje em dia, época de contenção mundial, quando justamente a união entre tecnologia e humanismo faz mais sentido. Em tempos de crise, busca-se o mais econômico, o mais prático.

O que faça mais por menos e de forma mais eficiente. É também nessa época que começam a surgir as grandes inovações, as coisas mais simples passam a ter mais valor e o lado mais prático e social das tecnologias fica mais evidente.

O jurado Eduardo Acquarone mandou um texto

postado por Concurso CNN em 15 de junho de 2009

Pedimos para o jurado da triagem, Eduardo Acquarone enviar um texto sobre o tema do Concurso deste ano e ele enviou um bem curto e eficiente. É bem pequeno, mas pense no impacto da tecnologia nos dois exemplos que ele deu. São exemplos reais e que acontecem aos montes no mundo. Se pensarmos que milhares de pessoas entram na internet pela primeira vez a cada dia, que outras milhares têm acesso a inovações tecnológicas que as permitem melhorar serviços, produtos em prol da sociedade tudo fica mais claro.

Segue o texto do Eduardo Acquarone:

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Hoje ouvi uma história muito interessante. Uma amiga passou o fim de semana no Rio e foi à Rocinha ajudar em um projeto social. Num boteco da favela ela conheceu um senhor — uns 60 anos mais ou menos — analfabeto. Agora ele está querendo aprender a ler e escrever. Pra quê? Pra entrar na Internet.

E vejam o que minha amiga me contou: “Enquanto conversávamos ele precisou fazer uma ligação. Para minha surpresa, ele fez a ligação via Skype.”

Quer melhor exemplo de tecnologia usada para desenvolvimento social?

A Sociedade da Tecnologia

postado por Concurso CNN em 9 de junho de 2009

Recebemos o texto abaixo da Ingrid da Silva Pinto. Ela é estudante de direito e escreve no blog http://guiadebolsojuridico.blogspot.com. Achei muito bacana que ela, estudante de Direito, tenha se interessado pelo Concurso CNN e se engajado com a causa a ponto de escrever um texto para compartilhar conosco:

‘O que conhecemos hoje como “a sociedade da tecnologia” já era uma realidade esperada desde a segunda metade da década de 70, quando começou a se desenvolver a chamada “Revolução Telemática” ou Terceira Revolução Industrial. Este é um progresso presumível que gira em torno da integração e comunicação, com o slogan, também, de “informação ao alcance de todos”. O processo aconteceu através dos computadores pessoais, das câmeras de vídeo e foto, webcams, pendrives, zipdrives. São as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC).

De fato, se abriu um leque de opções: agora você pode assistir ao noticiário pela internet com o seu notebook de qualquer lugar do mundo, assinar as principais revistas do Brasil pelo celular, fazer vídeos conferências e o advogado pode valer-se do meio eletrônico para acompanhar seus processos; contudo, como se tem usado todas essas informações e recursos disponibilizados?

As conseqüências do uso da tecnologia em excesso trazem consigo o que a própria ciência da informação esclarece: a distinção entre informes de informações e contra-informações, em resumo, meras notícias são diferentes da capacidade crítica de interpretá-las ou, ainda, o que é pior, usá-las sem o discernimento de que poderá conduzir até mesmo à autodestruição (a exemplo de pessoas que exploram o recurso da internet afim de se medicar, acabando por trocar o médico pela informação fácil, nem sempre correta). São doenças, vícios que surgiram em virtude do mau uso dessas novas tecnologias, a citar o stress, perca de senso do tempo, imediatismo, atitudes anti-sociais e tantos outros.

Em contrapartida, ao se tornar a sociedade da tecnologia, garante-se uma maior facilidade e rapidez de acesso à informação, bem como levamos a educação a uma nova dimensão, quantos e quantos cursos são disponíveis hoje à longa distância?

Enfim, apesar de todos os prós e contras de tudo aquilo que é novo, percebe-se que, sabendo limitar essas novas tecnologias, não fazendo, portanto, mau uso, tudo que contribua a esse leque, é e sempre será bem-vindo’.

Como se inscrever no YouTube

postado por Concurso CNN em 8 de junho de 2009

Continuando com os nossos tutoriais para facilitar o envio das matérias dessa vez vamos mostrar como se faz para se inscrever no YouTube.
1. Entre em YouTube.com.br
2. Clique em inscreva-se na barra superiorimagem1_com_box

Continue lendo…

A formação humanística do jornalista

postado por Concurso CNN em 2 de junho de 2009

Hoje temos mais um post de um convidado, desta vez, do Professor e Coordenador do curso de Comunicação Social – Unipac/Lafaiete, Darlan Santos.

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“Bons tempos aqueles em que jogador de futebol era analfabeto e jornalista, alfabetizado”

A frase, publicada no célebre jornal “O Pasquim”, afora a duvidosa relação entre bom futebol e analfabetismo, leva-nos a uma reflexão essencial: é preciso investir na formação humanística dos estudantes de jornalismo.
A crescente valorização da técnica, em detrimento da discussão embasada, do incentivo à leitura e da prática da escrita, tem trazido sérias conseqüências aos aspirantes à carreira jornalística. O que se observa nas faculdades de comunicação, de maneira geral, é a falta de profundidade intelectual e de capacidade analítica dos estudantes; deficiências que se revelam em textos empobrecidos e no tratamento simplório das notícias, o que, definitivamente, não contribui para o aprimoramento da imprensa brasileira.
Certamente, a modernização dos cursos, a inclusão digital e a ênfase em novas mídias tornam-se essenciais em nossos dias. Entretanto, por mais avançados que sejam os recursos midiáticos, eles não se sustentam isoladamente; precisam ser providos com um discurso consistente. E é aí que entra em cena a formação humanística do jornalista.
Assim como a especialização, a familiarização com os mais avançados recursos tecnológicos e a capacidade de transitar entre as diversas mídias disponíveis no mercado da informação, o jornalista deve adotar, como palavras de ordem, a inquietação, o senso crítico e o embasamento intelectual.
Enfim, a diferença entre um ‘menino de recados’ e o bom jornalista é que o primeiro leva uma mensagem ao seu destinatário, sem questioná-la. Já a diferença entre um ‘menino de recados’ e o mau jornalista, simplesmente não há… Tendo em mente essa distinção – simplista, sem dúvida, mas útil à discussão – jovens que ingressam em uma faculdade de jornalismo devem estar atentos aos caminhos que pretendem trilhar – definindo, assim, em qual das duas situações pretendem se encaixar

Dando continuidade aos textos de convidados aqui no blog, dessa vez o texto é da blogueira e estudante de Estudante de Ciências da Computação – PUC-SP, Camila Leite.

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Agora a comunicação não se restringe ao seu bairro, ao local onde você trabalha ou estuda. Você pode trocar opiniões com pessoas de outro estado ou até mesmo outro país, dependendo dos idiomas que você domina. A criação de redes de relacionamento como o Twitter, ou até mesmo o MySpace que é mais usado para a divulgação de trabalhos no universo musical, apenas comprovam como as pessoas tem interesse em se comunicar com mais pessoas. A forma de como as pessoas reagem a essas redes é tão adepta que elas até mesmo as personalizam. O Twitter por exemplo, criado como um miniblog (quem nunca leu aquela frasezinha na parte de cima do site “What are you doing?”) agora é mais utilizado como um mecanismo de recados, ou até mesmo conversas. Essas transformações no mundo da comunicação permite que as indivíduos on-line possam visualizar idéias e conteúdo de usuários offline, por meio de seus blogs, fotologs e o mais recente popularizado Fa cebook.

Essa facilidade de deixar que suas idéias possam ser visualizadas e até mesmo comentadas nos remete ao aumento no número de blogs e popularização desses sites de relacionamento. Não precisamos aqui nem falar do Orkut, porque se há dois, três ou quatro anos atrás ele era tão popular quanto o próprio Twitter, hoje ter um perfil no orkut é tão normal quanto ter um número de telefone.

Todas essa mudança na comunicação é consequencia do avanço tecnológico em volta do globo, e se a comunicação se revoluciona, a forma de informação se revoluciona ainda mais. Se quando a invenção do jornal impresso alterou a natureza da cultura oral, agora com tantas fontes de informação (grande parte delas na própria internet) se tornou muito mais difícil elaborar um jornalismo objetivo e direto, mas também possibilita que o leitor tenha mais facilidade de compreender o mundo a sua volta.