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Apoio, participo e divulgo.

postado por Concurso CNN em 17 de junho de 2010

Por Dara Bandeira*

“O concurso CNN de jornalismo é uma oportunidade ímpar para todos os universitários. Por vezes, enquanto estudantes, buscamos formas interessantes de participar de projetos e concursos como este. Acredito que este fato se dá não só para ganhar visibilidade a âmbito estadual ou nacional, mas também, para adquirir experiência, conhecer coisas novas e já estar vivenciando situações da futura profissão.

Em especial ao que se refere ao Concurso CNN de Jornalismo Universitário deste ano, percebo como proposta um tema amplo, o qual possibilita o estudante a pesquisar, se dedicar e mais do que isso: conhecer as particularidades da própria cidade. Ao decidir qual pauta produzir me deparei com um leque de possibilidades interessantes, das quais, antes do concurso, não havia me dado conta que existiam.

Com a velocidade da notícia nos dias atuais, por vezes nossos olhos se ofuscam às coisas belíssimas que ocorrem ao nosso lado, a nossa correria não nos permitem vê-las e é esse um dos grandes desafios que vejo no jornalismo daqui pra frente.

Ainda que em uma cidade do interior, como a que moro, as notícias existem, as obras sociais estão por toda parte, as atitudes humanitárias e honrosas acontecem. Meu papel e de todos os que estudam Comunicação Social é reportar esses acontecimentos, apurar, ‘dar o recado’, passar a mensagem de forma correta, justa e ética.

Apóio, participo e divulgo o Concurso Universitário da CNN 2010. ‘Minha cidade, minha vida, uma atitude’ é a possibilidade de troca, de interação, tudo que o mercado de trabalho exige. É a forma que temos de, ainda enquanto estudantes, mostrarmos as peculiaridades de nossa região e, quem sabe assim, ajudar a gerar soluções, melhorias e visibilidade para os temas abordados nas matérias.”

* Estudante e participante da Universidade Candido Mendes (Campus Friburgo)

Nova York: muitas atitudes para ser uma grande cidade

postado por Concurso CNN em 3 de maio de 2010

O crescimento econômico de Nova York tem relação direta com os investimentos em segurança. Esse fator foi fundamental para que o mercado imobiliário se expandisse às áreas que antes eram marginalizadas.

Há pouco mais de 20 anos, quase todas as regiões da cidade, que hoje é a mais populosa dos Estados Unidos, eram completamente diferentes. O então prefeito Rudolph Giuliani adotou na época a política da “tolerância zero”. Vândalos, bandidos e policiais corruptos não tinham mais espaço.

Foram feitos acordos entre o setor privado através do financiamento de projetos governamentais de infraestrutura. Em ação conjunta com governo, empresários aceitaram pagar mais impostos para garantir segurança e investimentos em infraestrutura. Isso recuperou a economia da cidade. Áreas degradadas e abandonadas passaram a ser valorizadas pelo mercado imobiliário.

Os empresários perceberam que, se a cidade tivesse mais segurança, se tornaria um lugar melhor para os negócios. A iniciativa privada passou a comprar imóveis em áreas degradadas e a promessa do governo era de reforma e melhora no acesso.

Outras alternativas existiram em bairros como o Dunble, no Brooklyn, que na década de 70 era o lugar mais violento de NY. Mas o que não mudaria jamais seria sua geografia. A localidade consiste numa das vistas mais bonitas de NY: à beira do Rio Hudson. Para que a mudança acontecesse, o governo oferecia de graça os imóveis a comerciantes e empresários. Trinta anos depois, badaladas galerias de arte, por exemplo, ocupam o bairro.

Outro exemplo é a rua Bowery, na Ilha de Manhattan. Há 10 anos era extremamente violenta e conhecida por seus inúmeros moradores de rua. Hoje, com investimentos em segurança e casas de apoio a essas pessoas, elas convivem em harmonia com os hóspedes de um hotel 5 estrelas ou com os clientes de uma grife chique.

A anatomia de uma reportagem premiada

postado por Concurso CNN em 26 de abril de 2010

Por Letícia Duarte*

(Advertência: estas linhas iniciais são só um “nariz de cera”: quem quiser pode pular e ir direto ao ponto, no texto abaixo)

Escrever em primeira pessoa é um negócio complicado para nós, jornalistas.

A gente aprende desde a faculdade que o “eu” não existe, que o repórter só tem de relatar os fatos, da forma mais objetiva possível, sem interferir na realidade.
E este princípio do assassinato do eu fica tão incrustado na gente que, mesmo quando não se está escrevendo uma reportagem, parece meio pecaminoso colocar uma experiência pessoal em primeiro plano.

Bom, todo esse “nariz de cera” (aquela enrolação que vem antes do assunto propriamente dito em uma reportagem!) é pra dizer que deparei com esse dilema ao escrever este post.
Queria contar uma experiência pessoal, por achar que ela poderia ser útil pra vocês, que estão se preparando para o Concurso Universitáriode Jornalismo CNN, mas ao mesmo tempo pensava: “Ih, vai parecer que tô me achando”. Pois bem. Doeu um pouco, mas pari o eu. Fecha parênteses.

***

Imaginem a seguinte situação: uma estudante de jornalismo do interior do Rio Grande do Sul faz uma matéria sobre prostituição juvenil para um jornal de sua cidade. Quatro meses depois, recebe a notícia de que essa reportagem foi indicada ao prêmio Esso de Jornalismo (naquele tempo ainda não existia o Concurso Universitáriode Jornalismo CNN!). Quando ela confere a lista dos finalistas, constata que está concorrendo com dois dos repórteres mais tarimbados do maior jornal do seu Estado (Nilson Mariano e Diogo Olivier, do jornal Zero Hora). E, quando chega o dia da solenidade, no Rio de Janeiro, tchan, tchan, tchan: a pirralha que ainda não havia se formado fica estática na cadeira, sem acreditar quando anunciam que ela deveria subir ao palco. O canhão de luz se volta para o seu rosto e ela ali, chocada, pensando: “como assim, ganhei?”

Parece inverossímil, eu sei, mas aos 22 anos vivi essa espécie de… exceção estatística (ora, ora, desde quando jornalismo tem conto de fadas?). Em 2002, dois meses antes de concluir a faculdade na Universidade de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, recebi pela série de reportagens Adolescência Prostituída um dos prêmios mais tradicionais do país, na categoria Regional Sul. Na época, trabalhava como repórter no jornal Pioneiro, com o chamado registro profissional “precário”, autorizado pela Justiça na época.

Custei a acreditar que não tinham errado o nome quando me chamaram para subir ao palco, diante de uma plateia composta por alguns dos jornalistas que eu mais admirava no país, mas essa conquista inesperada se revelou para mim um exemplo extremo de como as boas histórias são imensamente maiores do que a inexperiência de quem as abraça – e, também, do tamanho dos veículos onde são publicadas. Moral da história: a pauta vale por si, independente se acontece em Washington, em Berlim, em São Paulo, ou numa cidade de 400 mil habitantes como a que eu nasci.

Pensei que seria interessante compartilhar essa experiência porque talvez vocês também subestimem, como eu subestimava, o poder das pautas que esbarram no nosso caminho – e nossa a própria capacidade pessoal em realizá-las. Acredito que um dos méritos da série Adolescência Prostituída tenha sido revelar um problema social comum a todas as cidades a partir de um ângulo diferenciado. Sim, porque muitos jornais já tinham publicado matérias sobre o assunto. Só que, às vezes, a pauta parece tão óbvia que se gente se esquece a riqueza dela.

O curioso é que a ideia surgiu a partir de uma dica de um professor da faculdade. No meio das discussões de uma revista universitária, ele comentou: “olha só, ouvi falar que agora têm meninas fazendo programa por R$ 1,99″. Na época, a revista da faculdade chegou a explorar o tema, mas não conseguiu comprovar o fato. Então propus aos meus editores do Pioneiro, onde eu trabalhava há cerca de um ano como repórter, que a gente investisse no assunto. Eles toparam e eu comecei a percorrer a cidade atrás das meninas. Passei mais de um mês espiando as esquinas, as praças, as beiras de estradas, em Caxias e outras cidades vizinhas, como Farroupilha e Bento Gonçalves. Pegava um carro sem logotipo, parava, descia e me aproximava das adolescentes. Propunha um jogo aberto: me apresentava como repórter e pedia que elas me contassem suas histórias, garantindo que elas não seriam identificadas. Perdi a conta de quantas vezes voltei para a redação frustrada: era difícil encontrá-las porque elas mudavam de lugar frequentemente, ou então fugiam quando eu me aproximava, mentiam, dissimulavam.

Mas, como repórter sem persistência também é repórter sem pauta, insisti. Recorri ao Conselho Tutelar, à Delegacia para a Criança e ao Adolescente Vítimas, às clínicas de desintoxicação de drogas onde parte das meninas tentava deixar o vício que as acorrentava à prostituição. E valeu a pena. Ao final da apuração, consegui descobrir muito mais do que eu imaginava: que as meninas tinham uma íntima ligação com o crack, uma droga que em 2002 ainda era pouco popular no país, e que seus corpos alimentavam a rede de tráfico da região. Vigiadas por traficantes, entregavam a eles os trocados que ganhavam. Com ajuda de conselheiros tutelares, encontrei a família de uma menina que andava com uma plaquinha, vendendo seu corpo por R$ 1,99. A essa altura, a liquidação se revelou mera consequência de uma degradação mais profunda: aos 19 anos, a jovem já tinha seis filhos – um de cada cliente diferente – e todos contaminados pelo HIV, como ela.

Durante os cinco dias da série, as oito adolescentes retratadas tiveram seus nomes trocados. No último dia, expunha-mos o único nome real: era Viviana, que morreu aos 15 anos. Assassinada. O corpo foi encontrado em um matagal, somente com sutiã, apresentando sinais de espancamento a pauladas. Com o encadeamento das histórias, a série revelou que os corpos à mostra escondiam uma realidade bem mais complexa – que começava pela violência doméstica que as empurrava para fora de casa, passava pela dependência química e ameaçava suas próprias vidas.

Como minhas pernas tremiam, não consegui pensar nisso tudo enquanto me dirigia para receber o prêmio, mas nas horas e horas insones que passei tentando entender como eu havia vencido, cheguei a essa conclusão. Só pode ter sido esse desvelamento – alcançado com uma boa dose de obstinação – que os jurados reconheceram ao premiar a então estudante universitária. Um esforço para escancarar o que as pessoas viam – sem enxergar – entre as esquinas. No caminho até o palco, só consegui articular uma frase e falar ao microfone: “Acredito que o jornalismo tem uma função social muito importante, e estou muito feliz de ter contribuído com a minha reportagem.” Pensando bem, acho que ainda repetiria essa mesma frase hoje, quase oito anos depois.

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Agora chegou a hora da perguntinha cretina: e você, já sabe o que fará para revelar a sua cidade e o seu talento?

*Letícia Duarte (@leticiaduarte), 29 anos, repórter da editoria de Geral de Zero Hora, conquistou o prêmios como o Esso de Jornalismo (2002), o Prêmio Iberoamericano pelos Direitos da Infância e da Adolescência da Unicef (2005) e o Embratel (2007), além de integrar o livro 45 Reportagens que Fizeram História, publicado por Zero Hora em 2008.

Confira outro post de Letícia Duarte.

De profissional a estagiária da CNN

postado por Concurso CNN em 9 de abril de 2010

Por Marlise Brenol*

Dia 11 de setembro de 2001 foi um dia marcante na minha vida de jornalista recém-formada. Estava em casa ouvindo rádio quando a notícia do ataque às torres gêmeas do World Trade Center em Nova York foi disparada. Atônita, liguei a televisão para comprovar com meus próprios olhos aquilo que a narração da rádio tentava me descrever. Entre uma entrevista e uma narração, a CNN Internacional reprisava a imagem das torres sendo atingidas por aviões como dois pinos de boliche derrubados por uma bola. Naquele instante entendi por que a maior rede de notícias dos Estados Unidos é a Meca do jornalismo.

É para lá que jornalistas e espectadores recorrem quando fatos internacionais se impõem porque a empresa é uma referência em transmissão ao vivo, produção de conteúdo em vídeo e inovação em jornalismo. Um ano e dois meses depois deste episódio, eu ganhei a minha chance de peregrinar à sede da CNN em Atlanta. Assim como os muçulmanos devem ir pelo menos uma vez na vida à cidade sagrada na Arábia Saudita, acredito que jornalistas devem ter como meta conhecer uma grande rede de televisão como a CNN.

Quatro anos depois de formada, deixei o trabalho de repórter de televisão em um canal da região sul do Brasil e retrocedi ao cargo de estagiária, mas com muita honra e alegria. O Canal Futura e a Turner Broadcast tinham uma parceria para cedência de conteúdos. Eu trabalhei como intermediária entre as pautas de programas como Jornal Futura e Sala de Notícias e os arquivos de vídeos de Atlanta. Perdi a conta de quantas reportagens do médico-repórter Sanjay Gupta eu selecionei e enviei ao Brasil. Saúde era um assunto muito abordado no Futura.

Como o trabalho era simples e não muito volumoso, me interessei por atividades “turísticas” no CNN Center. Um tipo de viagem que só quem é apaixonado por jornalismo teria prazer em fazer. O prédio da CNN é gigante, dividido entre Torre Norte e Torre Sul. Na Sul ficavam CNN Internacional, CNN en Espanhol, TNT, TBS, CnnRadios, HBOSports, a administração e muito mais. Na Torre Norte, CNN Headlines, CNN USA, cnn.com, Cnn Airport Network, CNN Fn, Turner Learning entre outros. Com meu crachá de funcionária, tinha passe livre para todo esse paraíso jornalístico.

Integrei um programa chamado Shadow, em que os novatos na empresa têm a chance de acompanhar um dia dos profissionais. Uma das pessoas que mais me marcou pela simpatia e pelo trabalho foi a âncora da CNN em espanhol, Glenda Umana. Com ela participei de um turno de trabalho: reuniões de pauta, espelho de notícias, elaboração de notas. E assisti de camarote às entradas ao vivo de hora em hora.

Outro dia fui apresentada ao setor Feeds, algo como central de vídeos que recebe geração de material das sucursais. De cara me colocaram para monitorar matérias de Nova York. Era receber, digitalizar e salvar no diretório público para todos os colegas terem acesso. O mais difícil foi avisar para toda a redação da CNN Doméstica (editoria nacional) que as imagens brutas estavam na mão, porque eu precisei pegar o microfone e descrever. Não lembro sobre o que era o material, mas não esqueço a adrenalina que senti segundos antes de apertar aquele botão e falar. Eu também não perdia nenhum dos programas de auditório que aconteciam no térreo do prédio. Até porque minha chefe americana sempre me escalava a pedido da produção dos programas que precisavam preencher as cadeiras.

Minha experiência durou seis meses e foi uma época da minha vida em que tudo era motivo para descobertas e encantamentos. Hoje, sete anos depois, enxergo o quanto a ida à Meca do jornalismo me fez encontrar uma resposta definitiva às minhas dúvidas quanto ao futuro. Por que eu quero ser jornalista? Porque venero essa religião.

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Marlise Brenol* é jornalista e mestre em Comunicação e Informação. Trabalhou em televisão, assessoria de imprensa e hoje é editora do site de Zero Hora, jornal do grupo RBS no Rio Grande do Sul.

Um recado do editor sênior da CNN para América Latina

postado por Concurso CNN em 7 de abril de 2010

No Brasil para o lançamento da edição 2010 do Concurso Universitário de Jornalismo CNN, o editor sênior para a América Latina da CNN WorldWide gravou com exclusividade para o blog do concurso um recado para quem está pensando em participar.

Em seu discurso, o mexicano Rafael Romo lembrou que, no início de sua vida profissional no Arizona, participou de um concurso de jornalismo parecido. “Foi uma grande oportunidade”, disse.

Confira os 3 conselhos de Romo para você:


‘Minha vitória abriu portas para mim’, diz ganhador de 2009

postado por Concurso CNN em 23 de março de 2010

Texto de Marcos César Oliveira*

Conheci o Concurso Universitário de Jornalismo da CNN através de um cartaz colocado na universidade. No começo, parecia apenas um sonho impossível ganhar. Eu ainda era iniciante na faculdade, sentia que sabia tão pouco e com certeza a concorrência seria muito mais preparada. Mesmo assim, me encantei com a possiblidade de participar, de me arriscar na competição para conhecer o concurso e, se conseguisse me destacar, adicionar um diferencial ao meu currículo.
Mobilizei amigos que se entusiasmaram comigo, contribuiram com seu talento, conhecimento e paciência. Dedico a eles um enorme OBRIGADO DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO: Marinaldo Matos (da Kadosh Produções, que meu doou equipamento e edição), Prof. Gilson Monteiro (meu orientador), Leonardo Costa (cinegrafista e amigo) e Eduardo Hübner (Mago da edição).
A notícia
Recebi com surpresa e felicidade a notícia de que havia sido classificado para a final. Ser escolhido por um juri de alto nível profissional já significou uma vitória imensa para quem só queria participar para saber como era o concurso. Ao ser convidado para ir a São Paulo, mais um passo além do que eu pensei. Conhecer os outros finalistas foi um momento especial: trocar idéias e impressões com estudantes como eu, apaixonados pelo jornalismo e cheios de surpresa e alegria por estarem na final. Ganhar o prêmio máximo foi um sonho realizado, e um passo gigantesco para um estudante comum, do norte do Brasil, de origem humilde e com tanto ainda por aprender sobre jornalismo.

E depois?

Minha vitória abriu portas para mim (foi a jóia que reluziu em meu currículo e garantiu o emprego que tenho hoje). Colocou meu nome em evidência no cenário do jornalismo local. Dei entrevistas para todos os meios de comunicação da minha cidade. Fui parabenizado por jornalistas no alto da carreira que confessaram ter o sonho de conhecer a CNN.

Despertou o interesse de centenas de estudantes que passaram a ver com outros olhos o curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Trouxe novo alento aos professores do Departamento de Comunicação da UFAM, que se sentiram felizes e premiados na pessoa do Prof. Gilson Monteiro. Enfim, mudou para melhor a minha trajetória profissional e trouxe muita alegria e orgulho aos meus amigos, colegas de curso, minha Universidade e a minha cidade, Manaus.
Laboratório real time
Este ano quero me dedicar a ajudar outros estudantes das diversas faculdade de Manaus que têm curso de jornalismo, para que nosso talento e nossas notícias possam ganhar repercussão e sejamos vistos pelo Brasil. O Concurso Universitário de Jornalismo da CNN é um concurso sério, e uma oportunidade de aprendizado impar. Conhecer a CNN foi um laboratório de jornalismo em “real time” que expandiu minhas percepções acerca de jornalismo, notícia e papel social da imprensa.

Aprendi muito, conversando com profissionais do primeiro time do jornalismo, em uma emissora que cria os padrões que serão adotados na imprensa televisiva mundial. Ganhar o Concurso da CNN foi para mim a prova definitiva de que o talento e a persistência podem conquistar grandes coisas e nos levar além daquilo que sonhamos.


Em todo estudante que acreditar no próprio talento e produzir sua reportagem para o Concurso da CNN 2010 já está plantada a semente do sucesso e da vitória.
Boa sorte a todos os participantes!

A reportagem

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Estudante da Universidade Federal do Amazonas, vencedor do Concurso Universitário CNN 2009, escreveu sobre tudo que aconteceu em sua carreira depois do prêmio.

Exibição da matéria vencedora de 2009 no canal CNN International

postado por Concurso CNN em 20 de março de 2010

Assista hoje, no canal CNN International, a matéria vencedora do Concurso Universitário de Jornalismo CNN 2009.

A matéria vai ao ar nesse domingo, dia 20 de março, em dois horários: 16:05 e 20:35. Não perca!

Vídeo promocional do Concurso CNN

postado por Concurso CNN em 24 de abril de 2009

A CNN acabou de finalizar um vídeo promocional sobre o Concurso Universitário de Jornalismo CNN com a participação da ganhadora de 2008, Clara Vanalli. O vídeo tem cenas da Clara em Atlanta e interagindo com os jornalistas da CNN.
Essa versão é um pouco maior que a que vai passar na TV para promover o Concurso.

E você, já se inscreveu? Ano que vem pode ser você em um vídeo como esse.

Bate-papo com Jonathan Mann na PUC-SP

postado por Concurso CNN em 26 de março de 2009
Jonathan Mann na PUC-SP

Jonathan Mann na PUC-SP

Ontem, dia 25 de março o âncora e correspondente da CNN Internacional, Jonathan Mann esteve na PUC-SP para um bate-papo com os alunos de jornalismo. Com um vasto currículo que vai da cobertura dos últimos dias de apartheid na África, à queda do Muro de Berlin e as eleições norte-americanas de 2008, o âncora de “Your World Today” e apresentador do “Political Mann” falou para um auditório lotado e cheio de curiosidade.

Em clima de descontração Mann focou suas palavras no papel da tecnologia e em mostrar como ela vem alterando a maneira de fazer jornalismo. Disse que as oportunidades para se contar uma boa história estão cada vez mais ao alcance graças à tecnologia.

A 5ª edição do concurso traz a novidade de postagem no Youtube dos vídeos concorrentes. De acordo com Jonathan a internet (via blog, Youtube, Twitter) dá liberdade de compartilhamento de pensamentos, vídeos e informações com infinitas pessoas sem que seja necessário pedir permissão a ninguém.

O Governo da China acabou de proibir o acesso ao YouTube. Não o da CNN, que eles já fizeram, ou de outro veículo. Bloquearam o YouTube. Isso mostra o quão poderosa essa ferramenta se tornou. O poder está mudando das mãos de pessoas como eu, para as mãos de pessoas como vocês.

Para ele os jovens são o futuro e a revolução que está acontecendo nas comunicações.

Isso é algo que vocês podem fazer até melhor que a gente, a tecnologia lhe dá essa oportunidade. O ponto é: vocês não precisam esperar pela CNN, jornais ou rádios para fazerem as suas matérias. A tecnologia permite que vocês façam e publiquem as suas matérias sem estarem vinculados a nenhuma empresa de mídia.

Por fim, incentivou os estudantes a participarem do Concurso Universitário CNN dizendo que

o que está mudando é que agora o jornalismo é para que todos façam. Saia para fazer uma matéria em São Paulo, tire uma foto com seu celular e mande para a CNN. Você pode ter a fotografia de notícia mais importante hoje. Como por exemplo a fotografia do enforcamento de Saddam Hussein, que foi tirada de um celular.